Gula ou compulsão?

Quem nunca comeu exageradamente que atire o primeiro pedaço de pizza! Todo mundo já comeu um pouco a mais do que o necessário apenas para satisfazer o paladar. Esse desejo excessivo de comer é o que conhecemos por gula, que tem até uma data para ser celebrado: 26 de janeiro.

Todo mundo gosta de comer um pedaço a mais do seu prato ou alimento favorito. O problema é quando esse descontrole na hora de comer torna-se frequente. Quando uma pessoa come muito em um curto período de tempo e não há qualquer tipo de prazer na alimentação há indícios de que ela sofra de compulsão alimentar. Saiba mais

A obesidade e as emoções

Mais do que suprir uma necessidade biológica, comer está ligado ao emocional. A dificuldade em emagrecer (ou a facilidade em engordar), não passa apenas por problemas de saúde ou genética. Na verdade, a obesidade também está ligada às emoções. Este tema foi uma das reportagens da série especial sobre Obesidade no Jornal Hoje (Globo) na última semana.

Ansiedade, tristeza e depressão são alguns dos motivos que podem fazer com que uma pessoa coma compulsivamente, colocando o alimento, assim, como uma recompensa para aliviar essas emoções. E a consequência comer exageradamente? Quilos a mais!

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Compulsão Alimentar: como saber se é fome ou é ansiedade?

Sabe aquele dia que dá uma vontade enorme de comer tudo que vem pela frente? Pode ter sido um dia estressante ou mesmo o rompimento de um namoro. Diversas situações podem desencadear uma vontade descontrolada de comer. E nessas horas, como diferenciar se é fome de verdade ou é ansiedade? Saiba mais

A obesidade sob as lentes da fotografia

Para algumas pessoas, o parâmetro é o espelho ou as roupas. Há quem prefira a fita métrica e a balança. Mas para a fotógrafa norte-americana Jen Davis, foi seu primeiro auto-retrato que a expôs para a realidade da obesidade.

Em 2002, enquanto ainda era estudante, Jean estava frustrada por fotografar outras pessoas sem conseguir atingir seu objetivo e, na praia, decidiu apontar a câmera para si. “Eu fui de férias e não planejei tirar esta foto. Apenas surgiu quando eu estava na praia e me sentia desconfortável. Decidi fotografar e ver como seria o resultado. O momento que foi captado, a minha vulnerabilidade, o meu desconforto… foi chocante para mim quando eu a vi”, revela Jean em entrevista para o portal português P3. Saiba mais

Transtorno Bipolar pode ser mais grave em pacientes com compulsão alimentar

O transtorno bipolar evolui de forma diferente em pacientes que comem compulsivamente . A compulsão alimentar e obesidade muitas vezes estão presentes em pacientes bipolares, mas o transtorno de humor parece tomar um caminho diferente nos pacientes que comem com compulsão do que nos pacientes bipolares obesos que não comem em excesso.

Os pacientes bipolares que comem demais são mais propensos a desenvolver outros problemas de saúde mental, tais como pensamentos suicidas, psicose, transtornos de ansiedade e abuso de substâncias, segundo o estudo da Mayo Clinic, the Lindner Center of HOPE and the University of Minnesota. Pessoas com transtorno bipolar que são obesos, mas não comem compulsivamente são mais propensas a terem problemas físicos graves, tais como artrite, diabetes, pressão alta e doenças cardíacas .

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Série britânica retrata obesidade na adolescência

A série britânica My Mad Fat Diary conquistou um grande público graças à sua sensibilidade e realismo ao mostrar dilemas típicos da adolescência, misturando drama, humor e sagacidade. Adaptada por Tom Bidwell, a série é baseada na obra biográfica de Rae Earl e a primeira temporada, exibida pelo canal E4 no início deste ano, tem seis episódios de 50 minutos cada.

Situada em 1996, a história de My Mad Fat Diary narra a vida de Rae (Sharon Rooney), uma jovem obesa de 16 anos que vive em Lincolnshire com sua mãe. Após quatro meses em um hospital psiquiátrico, Rae tenta retornar à vida de antes sem deixar que as velhas coisas a afete. Assim que retorna para casa, ela volta a sair com sua velha amiga Chloe e é ela que apresenta ao grupo de amigos em que a personagem principal tem contato. Além deles, Rae mantém as amizades feitas no hospital psiquiátrico.

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