O terapeuta e diretor da clínica ambulatorial de Goiânia, que compõe a rede da Clínica Terapêutica Viva, José Norberto Fiuza escreveu um artigo a respeito do debate da Câmara Federal sobre o uso terapêutico da maconha, que o especialista cita como pseudo uso. Leia-o a seguir.
Em que se fundamenta realmente esta proposta e a quais interesses estão por trás do debate da Câmara Federal?
Primeiramente, é importante tornar público que o Brasil é signatário do tratado internacional que proíbe o uso da maconha para fins terapêuticos. Este tratado não foi assinado por centenas de países sem que haja um motivo cientificamente comprovado de que os malefícios são muito maiores que os “pseudo-benefícios”.
